



Turin escreveu:A coisa
Não me considero um vidente nem nada. Mas desde pequenos tive várias experiências que a maioria das pessoas diria ser no mÃnimo estranhas. Vou descrever um episódio sinistro que aconteceu comigo outro dia.
Faz tempo, acho que pelo menos 2 anos, que eu vinha tendo pesadelos horrÃveis. Normal os amigos diriam, e eu concordo, mas o que não era normal no meus pesadelos era o fato de eu estar acordado. Isso mesmo acordado, totalmente desperto e consciente. Isso de estar acordado é o mais bizarro de tudo, até então, nunca tinha ouvido falar de alguém que tinha pesadelos acordado. E foi isso que me fez pensar - puxa vida, se eu estou acordado, então essa porcaria não é pesadelo nenhum, é verdade caramba!!
Relutei em acreditar que o que estava acontecendo comigo fosse algo real. Isso é muito comum em nós seres humanos sabiam? Simplesmente nos fechamos e nos recusamos a crer quando a informação é de mais para essa potente máquina que é nosso cérebro. Algumas pessoas simplesmente reiniciam seus cérebros, como os pcs, de ante de algum trauma e ficam malucas.
Bem, como eu nunca fui dado a maluquices, adotei a postura mais razoavel pra mim na época. Ou seja, aprender mais, descobrir mais informações que me levassem a compreender o que estava acontecendo comigo. Mas antes de falar de minhas pesquisas, deixem-me contar no que consistia meus pesadelos.
As coisas aconteciam assim, exatamente como vou transcrever para vcs. Pelo menos uma vez a cada mês em determinado perÃodo do ano, eu era acometido de uma forma de pesadelo muito singular. Tudo acontecia naquele breve instante gostoso em que o sujeito está quase caindo no sono sabem? Aquele momento em vc sente seu corpo relaxar e vc começar a se perder no reino de morfeu. Então, ao invés de cair no sono como geralmente acontece, eu era subitamente despertado por uma sensação nÃtida e perfeita de perigo, seguido do mais genuino pânico. Percebia então que não conseguia me mover, olhava a meu redor, reconhecia e compreendia onde estava, mas não conseguia por mais força que fizesse me mover. Tentava gritar, mas era em vão, de minha boca não sai som algum. Somem essa terrÃvel sensação de pânico, a minha imcapacidade de me mover e vcs amigos, teriam o cenário mais aterrorizante de suas vidas. Ao menos para mim assim foi. Mas tinha mais uma coisa, e isso era o que mais medeixava em pânico. Eu podia sentir que aquilo não era natural, que existia alguma força que comprimia meu corpo e ao mesmo tempo retirava algo de mim. Caramba, até hoje posso sentir a sensação. Para mim esses episódios aconteciam por vários minutos, mas quando finalmente conseguia me mover e com as roupas ensopadas de suor eu olhava para o relogio haviam passado apenas alguns segundo, isso mesmo, segundos. Maldição eu posso jurar que haviam passados vários minutos. Depois de tudo eu sentia-me fraco e não conseguia por mais que me esforçasse permanecer acordado, logo caia num sono profundo e sem sonhos.
Esses episódios ocorriam de vez em quando, e com o passar do tempo eu pode calcular, que isso vinha acontecendo comigo a anos, mas nunca tinha dado importância e assim teria continuado, se não tivesse acontecido algo inusitado. Um livro chegou em minhas mãos e nele encontrei parte das respostas que procurava. E a verdade não era nada reconfortante.
Desde então aceitei certos aspectos da minha vida que tinha ignorado e tenho me empenhado por desenvolver minhas habilidades. Porque para aqueles que viram as trevas, só resta dois caminhos, aprender a caminhar na escuridão ou torna-se presa de alguma coisa que espreita na escuridão. E acreditem amigos, sempre existe alguma coisa espreitando.



Turin escreveu:A coisa
Não me considero um vidente nem nada. Mas desde pequenos tive várias experiências que a maioria das pessoas diria ser no mÃnimo estranhas. Vou descrever um episódio sinistro que aconteceu comigo outro dia.
Faz tempo, acho que pelo menos 2 anos, que eu vinha tendo pesadelos horrÃveis. Normal os amigos diriam, e eu concordo, mas o que não era normal no meus pesadelos era o fato de eu estar acordado. Isso mesmo acordado, totalmente desperto e consciente. Isso de estar acordado é o mais bizarro de tudo, até então, nunca tinha ouvido falar de alguém que tinha pesadelos acordado. E foi isso que me fez pensar - puxa vida, se eu estou acordado, então essa porcaria não é pesadelo nenhum, é verdade caramba!!
Relutei em acreditar que o que estava acontecendo comigo fosse algo real. Isso é muito comum em nós seres humanos sabiam? Simplesmente nos fechamos e nos recusamos a crer quando a informação é de mais para essa potente máquina que é nosso cérebro. Algumas pessoas simplesmente reiniciam seus cérebros, como os pcs, de ante de algum trauma e ficam malucas.
Bem, como eu nunca fui dado a maluquices, adotei a postura mais razoavel pra mim na época. Ou seja, aprender mais, descobrir mais informações que me levassem a compreender o que estava acontecendo comigo. Mas antes de falar de minhas pesquisas, deixem-me contar no que consistia meus pesadelos.
As coisas aconteciam assim, exatamente como vou transcrever para vcs. Pelo menos uma vez a cada mês em determinado perÃodo do ano, eu era acometido de uma forma de pesadelo muito singular. Tudo acontecia naquele breve instante gostoso em que o sujeito está quase caindo no sono sabem? Aquele momento em vc sente seu corpo relaxar e vc começar a se perder no reino de morfeu. Então, ao invés de cair no sono como geralmente acontece, eu era subitamente despertado por uma sensação nÃtida e perfeita de perigo, seguido do mais genuino pânico. Percebia então que não conseguia me mover, olhava a meu redor, reconhecia e compreendia onde estava, mas não conseguia por mais força que fizesse me mover. Tentava gritar, mas era em vão, de minha boca não sai som algum. Somem essa terrÃvel sensação de pânico, a minha imcapacidade de me mover e vcs amigos, teriam o cenário mais aterrorizante de suas vidas. Ao menos para mim assim foi. Mas tinha mais uma coisa, e isso era o que mais medeixava em pânico. Eu podia sentir que aquilo não era natural, que existia alguma força que comprimia meu corpo e ao mesmo tempo retirava algo de mim. Caramba, até hoje posso sentir a sensação. Para mim esses episódios aconteciam por vários minutos, mas quando finalmente conseguia me mover e com as roupas ensopadas de suor eu olhava para o relogio haviam passado apenas alguns segundo, isso mesmo, segundos. Maldição eu posso jurar que haviam passados vários minutos. Depois de tudo eu sentia-me fraco e não conseguia por mais que me esforçasse permanecer acordado, logo caia num sono profundo e sem sonhos.
Esses episódios ocorriam de vez em quando, e com o passar do tempo eu pode calcular, que isso vinha acontecendo comigo a anos, mas nunca tinha dado importância e assim teria continuado, se não tivesse acontecido algo inusitado. Um livro chegou em minhas mãos e nele encontrei parte das respostas que procurava. E a verdade não era nada reconfortante.
Desde então aceitei certos aspectos da minha vida que tinha ignorado e tenho me empenhado por desenvolver minhas habilidades. Porque para aqueles que viram as trevas, só resta dois caminhos, aprender a caminhar na escuridão ou torna-se presa de alguma coisa que espreita na escuridão. E acreditem amigos, sempre existe alguma coisa espreitando.




















unclesam escreveu:Então... Quê que rola. Nessas idas e vindas de uma vida normal, saÃdas e andanças rotineiras de qualquer pessoa, estava eu, andando pelos lados desconhecidos da cidade, num final de tarde nublada, querendo escurecer e me vi numa situação constrangedora.
Uma senhora, de meia idade, tentava de qualquer modo, convencer sua mãe, uma senhora no inÃcio da terceira idade(por dedução), a sair pelo portão de casa, ainda que por modos bizarros. Dentre estes, uma gritaria infernal, berros descomunais, e impropérios de todos os tipos, proferidos em altÃssimo e não bom tom, à pobre senhora.
Eu me encontrava a uma distância segura, que me permitia ver a irredutÃvel filha, e consequentemente as veias do seu pescoço que teimavam em tentar saltar, e o portão aberto.
Porém não via a mãe, que no meu entender devia estar dentro da casa, ou parada perto ao portão. Eu, no ápice do meu constrangimento, comecei a dar alguns passos para trás, na tentativa de sumir daquele lugar, e nunca lembrar daquilo, tamanha a frustração que me encheu o Ãntimo, vendo o conflito tardio de gerações. Não pude, pois meus pés não se moveram, e procuro explicar isso como uma vitória da minha curiosidade sobre o meu bom senso. A primeira senhora, - filha - teve então a brilhante idéia de olhar ao redor, procurando um passante para lhe ajudar em tão ferrenha campanha.
Ao perceber o intuito da senhora, virei minha cabeça em todas as direções, e tamanho foi o meu espanto ao ver que não só a luz natural já se ia tranquilamente para o outro lado do oceano, como de igual tamanho foi o assombro que tive ao me ver sozinho, em tal lugar, que, confundido pela escuridão que começava a dominar, nunca antes me havia parecido tão tenebroso e assustador, pelo formato côncavo que suas contruções pareciam formar sobre minha cabeça. Minha leitura do espaço, não foi mais breve que a da gentil e amigável senhora que por pouco não impelia sua mãe - subentendida dentro do portão - para longe, tamanha a força que fazia ao soltar a voz esganiçada, para que a sua progenitora a antendesse.
Sendo assim, depois de olharmos ao nosso redor, encontramos os olhares, e o desagradável mal da desconfiança me sobreveio, de uma forma que não pude evitar o tremor nas pernas. E, submeto-me ao julgamento do leitor, porém meu bom senso encheu-se de coragem e abateu curiosidade, e tudo quanto havia que me prendesse naquele lugar, e numa fração de segundo ordens foram expelidas a todos os músculos do meu corpo, para que me virasse, e corresse dali, antes que a fúria da senhora sobreviesse sobre a minha pessoa, e eu arcasse com as consequências da minha pouca idade, astúcia e da minha educação, em aceitar o fato de que a mãe da senhora tinha seus motivos para não acatar as 'ordens' de sua filha.
Pelo meio de luzes fracas, me esgueirei pelo caminho que tinha vindo, e num último esforço cheguei ao lugar que me pareceu conhecido, e depois de descansar, não pude evitar o pensamento de que tudo aquilo fora um tanto quanto inapropriado, pois qual era o mal de ajudar a senhora. Sendo isso verdade ou não, o fato é que eu não volto à aquele lugar, em hora nenhuma, nem sob ameaça de morte, tamanha a ilusão que faço em minha cabeça sobre aquele lugar.








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