Conte sua história

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Mensagempor Turin » 01 Fev 2010 20:59

Olá amigos viciados em livros.
Como sei que todos aqui no site adoram um joguinho e tal, vou lançar uma proposta.blz
Durante minha vida conheci muita gente que adora contar histórias. Algumas de procedência muito suspeita se não duvidosa.
Em fim, tenho ouvido histórias de fantasmas, de ovinis, de brigas, de conquistas economicas e afetivas, de morte ou de escapadas de morte, de lobisomem e o escambal. rsrsrsr
Me considero um bom ouvinte e sempre tem alguém pra me contar uma boa história.
Quero propor então que imaginemos que estamos no interior (obs. moro mesmo no interior), fim de festa (reuniãozinha com o pessoal), a gente se chatea do violão e começa a contar aquelas histórias que ninguém acredita, mas todo mundo vai dormir pensando nelas. heheheheh
Vamos fazer esses exercício de imaginação gente.
pode ser uma história verdadeira ou falsa.
Depois de vc contar esperamos o veredito de cinco pessoas qualquer (estes vão dizer se é verdade ou mentira) e conta-se a próxima história.blz

obs. quando contar a história procure fazer seu melhor na narrativa, e não precisa dizer se é verdade ou mentira, nem deixar transparecer. Assim o jogo fica mais massa.

grande abraço.
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O homem vai para o conhecimento como vai para a guerra: bem desperto, com medo, com respeito e com uma segurança absoluta. Ir para o conhecimento ou para a guerra, de qualquer outra maneira é um erro, e quem o cometer pode não viver para se arrepender. Carlos Castaneda
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Re: Conte sua história

Mensagempor Turin » 01 Fev 2010 22:22

A coisa

Não me considero um vidente nem nada. Mas desde pequenos tive várias experiências que a maioria das pessoas diria ser no mínimo estranhas. Vou descrever um episódio sinistro que aconteceu comigo outro dia.

Faz tempo, acho que pelo menos 2 anos, que eu vinha tendo pesadelos horríveis. Normal os amigos diriam, e eu concordo, mas o que não era normal no meus pesadelos era o fato de eu estar acordado. Isso mesmo acordado, totalmente desperto e consciente. Isso de estar acordado é o mais bizarro de tudo, até então, nunca tinha ouvido falar de alguém que tinha pesadelos acordado. E foi isso que me fez pensar - puxa vida, se eu estou acordado, então essa porcaria não é pesadelo nenhum, é verdade caramba!!

Relutei em acreditar que o que estava acontecendo comigo fosse algo real. Isso é muito comum em nós seres humanos sabiam? Simplesmente nos fechamos e nos recusamos a crer quando a informação é de mais para essa potente máquina que é nosso cérebro. Algumas pessoas simplesmente reiniciam seus cérebros, como os pcs, de ante de algum trauma e ficam malucas.

Bem, como eu nunca fui dado a maluquices, adotei a postura mais razoavel pra mim na época. Ou seja, aprender mais, descobrir mais informações que me levassem a compreender o que estava acontecendo comigo. Mas antes de falar de minhas pesquisas, deixem-me contar no que consistia meus pesadelos.

As coisas aconteciam assim, exatamente como vou transcrever para vcs. Pelo menos uma vez a cada mês em determinado período do ano, eu era acometido de uma forma de pesadelo muito singular. Tudo acontecia naquele breve instante gostoso em que o sujeito está quase caindo no sono sabem? Aquele momento em vc sente seu corpo relaxar e vc começar a se perder no reino de morfeu. Então, ao invés de cair no sono como geralmente acontece, eu era subitamente despertado por uma sensação nítida e perfeita de perigo, seguido do mais genuino pânico. Percebia então que não conseguia me mover, olhava a meu redor, reconhecia e compreendia onde estava, mas não conseguia por mais força que fizesse me mover. Tentava gritar, mas era em vão, de minha boca não sai som algum. Somem essa terrível sensação de pânico, a minha imcapacidade de me mover e vcs amigos, teriam o cenário mais aterrorizante de suas vidas. Ao menos para mim assim foi. Mas tinha mais uma coisa, e isso era o que mais medeixava em pânico. Eu podia sentir que aquilo não era natural, que existia alguma força que comprimia meu corpo e ao mesmo tempo retirava algo de mim. Caramba, até hoje posso sentir a sensação. Para mim esses episódios aconteciam por vários minutos, mas quando finalmente conseguia me mover e com as roupas ensopadas de suor eu olhava para o relogio haviam passado apenas alguns segundo, isso mesmo, segundos. Maldição eu posso jurar que haviam passados vários minutos. Depois de tudo eu sentia-me fraco e não conseguia por mais que me esforçasse permanecer acordado, logo caia num sono profundo e sem sonhos.

Esses episódios ocorriam de vez em quando, e com o passar do tempo eu pode calcular, que isso vinha acontecendo comigo a anos, mas nunca tinha dado importância e assim teria continuado, se não tivesse acontecido algo inusitado. Um livro chegou em minhas mãos e nele encontrei parte das respostas que procurava. E a verdade não era nada reconfortante.

Desde então aceitei certos aspectos da minha vida que tinha ignorado e tenho me empenhado por desenvolver minhas habilidades. Porque para aqueles que viram as trevas, só resta dois caminhos, aprender a caminhar na escuridão ou torna-se presa de alguma coisa que espreita na escuridão. E acreditem amigos, sempre existe alguma coisa espreitando.
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Re: Conte sua história

Mensagempor fabioferreira » 02 Fev 2010 18:41

Turin escreveu:A coisa

Não me considero um vidente nem nada. Mas desde pequenos tive várias experiências que a maioria das pessoas diria ser no mínimo estranhas. Vou descrever um episódio sinistro que aconteceu comigo outro dia.

Faz tempo, acho que pelo menos 2 anos, que eu vinha tendo pesadelos horríveis. Normal os amigos diriam, e eu concordo, mas o que não era normal no meus pesadelos era o fato de eu estar acordado. Isso mesmo acordado, totalmente desperto e consciente. Isso de estar acordado é o mais bizarro de tudo, até então, nunca tinha ouvido falar de alguém que tinha pesadelos acordado. E foi isso que me fez pensar - puxa vida, se eu estou acordado, então essa porcaria não é pesadelo nenhum, é verdade caramba!!

Relutei em acreditar que o que estava acontecendo comigo fosse algo real. Isso é muito comum em nós seres humanos sabiam? Simplesmente nos fechamos e nos recusamos a crer quando a informação é de mais para essa potente máquina que é nosso cérebro. Algumas pessoas simplesmente reiniciam seus cérebros, como os pcs, de ante de algum trauma e ficam malucas.

Bem, como eu nunca fui dado a maluquices, adotei a postura mais razoavel pra mim na época. Ou seja, aprender mais, descobrir mais informações que me levassem a compreender o que estava acontecendo comigo. Mas antes de falar de minhas pesquisas, deixem-me contar no que consistia meus pesadelos.

As coisas aconteciam assim, exatamente como vou transcrever para vcs. Pelo menos uma vez a cada mês em determinado período do ano, eu era acometido de uma forma de pesadelo muito singular. Tudo acontecia naquele breve instante gostoso em que o sujeito está quase caindo no sono sabem? Aquele momento em vc sente seu corpo relaxar e vc começar a se perder no reino de morfeu. Então, ao invés de cair no sono como geralmente acontece, eu era subitamente despertado por uma sensação nítida e perfeita de perigo, seguido do mais genuino pânico. Percebia então que não conseguia me mover, olhava a meu redor, reconhecia e compreendia onde estava, mas não conseguia por mais força que fizesse me mover. Tentava gritar, mas era em vão, de minha boca não sai som algum. Somem essa terrível sensação de pânico, a minha imcapacidade de me mover e vcs amigos, teriam o cenário mais aterrorizante de suas vidas. Ao menos para mim assim foi. Mas tinha mais uma coisa, e isso era o que mais medeixava em pânico. Eu podia sentir que aquilo não era natural, que existia alguma força que comprimia meu corpo e ao mesmo tempo retirava algo de mim. Caramba, até hoje posso sentir a sensação. Para mim esses episódios aconteciam por vários minutos, mas quando finalmente conseguia me mover e com as roupas ensopadas de suor eu olhava para o relogio haviam passado apenas alguns segundo, isso mesmo, segundos. Maldição eu posso jurar que haviam passados vários minutos. Depois de tudo eu sentia-me fraco e não conseguia por mais que me esforçasse permanecer acordado, logo caia num sono profundo e sem sonhos.

Esses episódios ocorriam de vez em quando, e com o passar do tempo eu pode calcular, que isso vinha acontecendo comigo a anos, mas nunca tinha dado importância e assim teria continuado, se não tivesse acontecido algo inusitado. Um livro chegou em minhas mãos e nele encontrei parte das respostas que procurava. E a verdade não era nada reconfortante.

Desde então aceitei certos aspectos da minha vida que tinha ignorado e tenho me empenhado por desenvolver minhas habilidades. Porque para aqueles que viram as trevas, só resta dois caminhos, aprender a caminhar na escuridão ou torna-se presa de alguma coisa que espreita na escuridão. E acreditem amigos, sempre existe alguma coisa espreitando.


Bem,

Em primeiro lugar deixe eu colocar um coisa bem clara: EU TAMBÉM TENHO ESSA SENSAÇÃO!!

Quando mais novo isso ocorria com certa frequencia, mas eu sempre conseguia me livrar disso. Eu acordava e via todo o lugar onde eu estava, mas com uma certa neblina que cobria tudo, como se os seus olhos estivessem embargado em lagrimas e tudo ao seu redor perdesse um pouco o foco.

Eu realmente sentia todo o panico em estar paralizado e não poder me mexer... era como ter uma coceira nas costas em um ponto onde você não pudesse coçar... Eu demorava alguns segundos para me acalmar e tentava uma reação... eu relaxava os meus musculos, procurava manter a minha mente limpa e acalmar a minha respiração... e respirava cada vez mais lento e profundamente até que em um único esforço eu me levantava com todas as forças que eu tinha e me colocava sentado... eu sempre tinha um certo medo antes da ultima respiração porque eu temia que não conseguiria reunir forças para uma segunda tentativa... por isso essa era uma jogada de "sim" ou "não tente jamais"... e eu não queria saber o que aconteceria se eu não conseguisse...

Depois de anos eu estava conversando com o meu professor de anatomia sobre o que poderia ser isso... tipo alguma especie de dormencia muscular...

Mas ele me falou que já tinha pesquisado sobre isso e ele descobriu que isso ocorre quando agente dorme em um determinado lugar e sonha com você mesmo dormindo nesse mesmo lugar... ou seja, é como estar lendo um livro em cima da mesa e dormir e no sonho você está lendo o mesmo livro em cima da mesma mesa. Eu fiquei pensando no assunto e só consegui a resposta quando isso me ocorreu novamente... agora sabendo disso eu procurei analisar a situação e eu realmente me senti dentro de um sonho e que eu conseguia sentir o meu corpo mas não move-lo. Era como se eu tivesse com um pé no mundo dos sonhos e outro na realidade. Sabendo disso eu fiz um pequeno esforço, não para me levantar, e sim para abrir os olhos e acordar desse sonho.

E deu certo!!

Agora que você está me dizendo que existem caminhos das trevas envolvidos no assunto eu gostaria de saber o que você sabe.


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Re: Conte sua história

Mensagempor Turin » 03 Fev 2010 10:02

o jogo é
vc julgar se é verdade ou mentira
as histórias não vão ser comentadas.
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Re: Conte sua história

Mensagempor josh » 03 Fev 2010 11:18

Ô fabioferreira não é pra comentar, só pra dizer se é verdade ou mentira.

Turin escreveu:A coisa

Não me considero um vidente nem nada. Mas desde pequenos tive várias experiências que a maioria das pessoas diria ser no mínimo estranhas. Vou descrever um episódio sinistro que aconteceu comigo outro dia.

Faz tempo, acho que pelo menos 2 anos, que eu vinha tendo pesadelos horríveis. Normal os amigos diriam, e eu concordo, mas o que não era normal no meus pesadelos era o fato de eu estar acordado. Isso mesmo acordado, totalmente desperto e consciente. Isso de estar acordado é o mais bizarro de tudo, até então, nunca tinha ouvido falar de alguém que tinha pesadelos acordado. E foi isso que me fez pensar - puxa vida, se eu estou acordado, então essa porcaria não é pesadelo nenhum, é verdade caramba!!

Relutei em acreditar que o que estava acontecendo comigo fosse algo real. Isso é muito comum em nós seres humanos sabiam? Simplesmente nos fechamos e nos recusamos a crer quando a informação é de mais para essa potente máquina que é nosso cérebro. Algumas pessoas simplesmente reiniciam seus cérebros, como os pcs, de ante de algum trauma e ficam malucas.

Bem, como eu nunca fui dado a maluquices, adotei a postura mais razoavel pra mim na época. Ou seja, aprender mais, descobrir mais informações que me levassem a compreender o que estava acontecendo comigo. Mas antes de falar de minhas pesquisas, deixem-me contar no que consistia meus pesadelos.

As coisas aconteciam assim, exatamente como vou transcrever para vcs. Pelo menos uma vez a cada mês em determinado período do ano, eu era acometido de uma forma de pesadelo muito singular. Tudo acontecia naquele breve instante gostoso em que o sujeito está quase caindo no sono sabem? Aquele momento em vc sente seu corpo relaxar e vc começar a se perder no reino de morfeu. Então, ao invés de cair no sono como geralmente acontece, eu era subitamente despertado por uma sensação nítida e perfeita de perigo, seguido do mais genuino pânico. Percebia então que não conseguia me mover, olhava a meu redor, reconhecia e compreendia onde estava, mas não conseguia por mais força que fizesse me mover. Tentava gritar, mas era em vão, de minha boca não sai som algum. Somem essa terrível sensação de pânico, a minha imcapacidade de me mover e vcs amigos, teriam o cenário mais aterrorizante de suas vidas. Ao menos para mim assim foi. Mas tinha mais uma coisa, e isso era o que mais medeixava em pânico. Eu podia sentir que aquilo não era natural, que existia alguma força que comprimia meu corpo e ao mesmo tempo retirava algo de mim. Caramba, até hoje posso sentir a sensação. Para mim esses episódios aconteciam por vários minutos, mas quando finalmente conseguia me mover e com as roupas ensopadas de suor eu olhava para o relogio haviam passado apenas alguns segundo, isso mesmo, segundos. Maldição eu posso jurar que haviam passados vários minutos. Depois de tudo eu sentia-me fraco e não conseguia por mais que me esforçasse permanecer acordado, logo caia num sono profundo e sem sonhos.

Esses episódios ocorriam de vez em quando, e com o passar do tempo eu pode calcular, que isso vinha acontecendo comigo a anos, mas nunca tinha dado importância e assim teria continuado, se não tivesse acontecido algo inusitado. Um livro chegou em minhas mãos e nele encontrei parte das respostas que procurava. E a verdade não era nada reconfortante.

Desde então aceitei certos aspectos da minha vida que tinha ignorado e tenho me empenhado por desenvolver minhas habilidades. Porque para aqueles que viram as trevas, só resta dois caminhos, aprender a caminhar na escuridão ou torna-se presa de alguma coisa que espreita na escuridão. E acreditem amigos, sempre existe alguma coisa espreitando.


Mentira, com toda certeza. Vamos ver se os outros quatro concordam comigo....
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Re: Conte sua história

Mensagempor heitor_lytra » 03 Fev 2010 13:21

Turin, não duvido nada!
Só acho que a explicação para esse fenômeno vc não vai encontrar nas "trevas", mas numa boa biologia (também aconteceu comigo algo parecido).

Veredito: Verdade.

PLACAR:
Verdade 1 X Mentira 1


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Re: Conte sua história

Mensagempor cristinafonseca » 03 Fev 2010 15:42

Pena não poder comentar, mas acredito que sua história seja verdadeira sim.
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Re: Conte sua história

Mensagempor Patricia Rolo » 04 Fev 2010 17:11

Mó mentira, turin..

2 x 2 :boxing:
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Too good to deny it


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Re: Conte sua história

Mensagempor Thaís Imb. » 04 Fev 2010 18:16

Meu Deus, que responsa, desempatar... HEIUHIEH

Sorry, Turin, mas é mentira \o/
*Gosto de pensar que é hahahahaha*

Cadê a próxima? Gostei disso!
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Vamos doarr, gente! O PDL precisa da ajuda de vocês! Clique abaixo para saber mais!
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Estou deletando e bloqueando TODO MUNDO DO PDL do meu antigo MSN, quem quiser conversar comigo, por favor adicione: thaisimbpdl@hotmail.com

:**
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Re: Conte sua história

Mensagempor unclesam » 04 Fev 2010 18:16

mentiraça Turin...

Mentira 4 x 2 Verdade
já é eu q conto, ou o próximo??
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Mas tudo o que é bom, me lembra você.
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Re: Conte sua história

Mensagempor Turin » 06 Fev 2010 09:03

blz
Fui desacreditado. :clap: :clap: :clap:
Agora qualquer um pode contar a nova história.
Sim pode ser vc Uncle.
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Re: Conte sua história

Mensagempor unclesam » 07 Fev 2010 12:52

Então... Quê que rola. Nessas idas e vindas de uma vida normal, saídas e andanças rotineiras de qualquer pessoa, estava eu, andando pelos lados desconhecidos da cidade, num final de tarde nublada, querendo escurecer e me vi numa situação constrangedora.

Uma senhora, de meia idade, tentava de qualquer modo, convencer sua mãe, uma senhora no início da terceira idade(por dedução), a sair pelo portão de casa, ainda que por modos bizarros. Dentre estes, uma gritaria infernal, berros descomunais, e impropérios de todos os tipos, proferidos em altíssimo e não bom tom, à pobre senhora.
Eu me encontrava a uma distância segura, que me permitia ver a irredutível filha, e consequentemente as veias do seu pescoço que teimavam em tentar saltar, e o portão aberto.

Porém não via a mãe, que no meu entender devia estar dentro da casa, ou parada perto ao portão. Eu, no ápice do meu constrangimento, comecei a dar alguns passos para trás, na tentativa de sumir daquele lugar, e nunca lembrar daquilo, tamanha a frustração que me encheu o íntimo, vendo o conflito tardio de gerações. Não pude, pois meus pés não se moveram, e procuro explicar isso como uma vitória da minha curiosidade sobre o meu bom senso. A primeira senhora, - filha - teve então a brilhante idéia de olhar ao redor, procurando um passante para lhe ajudar em tão ferrenha campanha.

Ao perceber o intuito da senhora, virei minha cabeça em todas as direções, e tamanho foi o meu espanto ao ver que não só a luz natural já se ia tranquilamente para o outro lado do oceano, como de igual tamanho foi o assombro que tive ao me ver sozinho, em tal lugar, que, confundido pela escuridão que começava a dominar, nunca antes me havia parecido tão tenebroso e assustador, pelo formato côncavo que suas contruções pareciam formar sobre minha cabeça. Minha leitura do espaço, não foi mais breve que a da gentil e amigável senhora que por pouco não impelia sua mãe - subentendida dentro do portão - para longe, tamanha a força que fazia ao soltar a voz esganiçada, para que a sua progenitora a antendesse.

Sendo assim, depois de olharmos ao nosso redor, encontramos os olhares, e o desagradável mal da desconfiança me sobreveio, de uma forma que não pude evitar o tremor nas pernas. E, submeto-me ao julgamento do leitor, porém meu bom senso encheu-se de coragem e abateu curiosidade, e tudo quanto havia que me prendesse naquele lugar, e numa fração de segundo ordens foram expelidas a todos os músculos do meu corpo, para que me virasse, e corresse dali, antes que a fúria da senhora sobreviesse sobre a minha pessoa, e eu arcasse com as consequências da minha pouca idade, astúcia e da minha educação, em aceitar o fato de que a mãe da senhora tinha seus motivos para não acatar as 'ordens' de sua filha.

Pelo meio de luzes fracas, me esgueirei pelo caminho que tinha vindo, e num último esforço cheguei ao lugar que me pareceu conhecido, e depois de descansar, não pude evitar o pensamento de que tudo aquilo fora um tanto quanto inapropriado, pois qual era o mal de ajudar a senhora. Sendo isso verdade ou não, o fato é que eu não volto à aquele lugar, em hora nenhuma, nem sob ameaça de morte, tamanha a ilusão que faço em minha cabeça sobre aquele lugar.
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Re: Conte sua história

Mensagempor josh » 07 Fev 2010 14:16

unclesam escreveu:
Então... Quê que rola. Nessas idas e vindas de uma vida normal, saídas e andanças rotineiras de qualquer pessoa, estava eu, andando pelos lados desconhecidos da cidade, num final de tarde nublada, querendo escurecer e me vi numa situação constrangedora.

Uma senhora, de meia idade, tentava de qualquer modo, convencer sua mãe, uma senhora no início da terceira idade(por dedução), a sair pelo portão de casa, ainda que por modos bizarros. Dentre estes, uma gritaria infernal, berros descomunais, e impropérios de todos os tipos, proferidos em altíssimo e não bom tom, à pobre senhora.
Eu me encontrava a uma distância segura, que me permitia ver a irredutível filha, e consequentemente as veias do seu pescoço que teimavam em tentar saltar, e o portão aberto.

Porém não via a mãe, que no meu entender devia estar dentro da casa, ou parada perto ao portão. Eu, no ápice do meu constrangimento, comecei a dar alguns passos para trás, na tentativa de sumir daquele lugar, e nunca lembrar daquilo, tamanha a frustração que me encheu o íntimo, vendo o conflito tardio de gerações. Não pude, pois meus pés não se moveram, e procuro explicar isso como uma vitória da minha curiosidade sobre o meu bom senso. A primeira senhora, - filha - teve então a brilhante idéia de olhar ao redor, procurando um passante para lhe ajudar em tão ferrenha campanha.

Ao perceber o intuito da senhora, virei minha cabeça em todas as direções, e tamanho foi o meu espanto ao ver que não só a luz natural já se ia tranquilamente para o outro lado do oceano, como de igual tamanho foi o assombro que tive ao me ver sozinho, em tal lugar, que, confundido pela escuridão que começava a dominar, nunca antes me havia parecido tão tenebroso e assustador, pelo formato côncavo que suas contruções pareciam formar sobre minha cabeça. Minha leitura do espaço, não foi mais breve que a da gentil e amigável senhora que por pouco não impelia sua mãe - subentendida dentro do portão - para longe, tamanha a força que fazia ao soltar a voz esganiçada, para que a sua progenitora a antendesse.

Sendo assim, depois de olharmos ao nosso redor, encontramos os olhares, e o desagradável mal da desconfiança me sobreveio, de uma forma que não pude evitar o tremor nas pernas. E, submeto-me ao julgamento do leitor, porém meu bom senso encheu-se de coragem e abateu curiosidade, e tudo quanto havia que me prendesse naquele lugar, e numa fração de segundo ordens foram expelidas a todos os músculos do meu corpo, para que me virasse, e corresse dali, antes que a fúria da senhora sobreviesse sobre a minha pessoa, e eu arcasse com as consequências da minha pouca idade, astúcia e da minha educação, em aceitar o fato de que a mãe da senhora tinha seus motivos para não acatar as 'ordens' de sua filha.

Pelo meio de luzes fracas, me esgueirei pelo caminho que tinha vindo, e num último esforço cheguei ao lugar que me pareceu conhecido, e depois de descansar, não pude evitar o pensamento de que tudo aquilo fora um tanto quanto inapropriado, pois qual era o mal de ajudar a senhora. Sendo isso verdade ou não, o fato é que eu não volto à aquele lugar, em hora nenhuma, nem sob ameaça de morte, tamanha a ilusão que faço em minha cabeça sobre aquele lugar.


Verdade essa do Uncle.
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Re: Conte sua história

Mensagempor Daianelm » 07 Fev 2010 14:17

Pra mim sua história, Uncle Sam, não tem nada de muito incomum. Ela poderia sim ser verdade.

Mas como não me convenceu: É mentira! :bleh:
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Re: Conte sua história

Mensagempor Turin » 07 Fev 2010 15:52

Também acho que é mentira.
mentira vs verdade
2 x 1
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